Mostrando postagens com marcador aline. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aline. Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de julho de 2010

VANDALISMO


O vandalismo é um modo que certos jovens encontraram para se expressarem, como muitas gangues fazem pichando, quebrando objetos públicos e muitas vezes agindo com violência.

Em alguns Colégios, jovens revoltados agem sem pensar jogando bombas nos pátios por cima dos muros sem nem ver quem está do outro lado, podendo ser até crianças ou professores as vítimas. Na maioria das vezes isso acontece porque os alunos querem mostrar que são “bons” para as meninas. Mas isso não significa que as meninas não cometem esses atos, pois hoje em dia também elas estão entrando na onda do vandalismo.

O vandalismo, como muitas pessoas pensam, não é só cometido por alunos de escolas estaduais, pois alunos de colégios particulares também cometem esses atos. Esse tipo de atitude não leva a nada, porque o adolescente vai lá, joga uma bomba em uma

escola e daí? O que ele ganha com isso? Nada. A não ser provocar destruição, violência e falta de respeito com as pessoas que estão no local.

O estado no primeiro reinado

O Brasil a muito tempo era uma colonia de portugual,assim dois episódios históricos muito próximos, o Dia do Fico e o Grito do Ipiranga, distantes apenas dez meses um do outro, ocorridos no ano de 1822, um em janeiro o outro em setembro, marcaram simbolicamente a emancipação brasileira do domínio lusitano, encerrando 322 anos de colonização portuguesa na América. A presença da família real dos Bragança no Brasil, desde 1808, e a permanência do herdeiro do trono depois da volta de dom João VI para Lisboa, em 1821, terminaram por amortecer um movimento separatista violento e desagregador como ocorreu no restante do continente. Isto permitiu que apenas com dois gritos, o do Fico, mais baixo, e o do Ipiranga, mais sonoro, o Brasil atingisse a tão desejada autonomia sem os tormentos de uma guerra de independência prolongada e sangrenta e sem ver-se dividido em dezenas de republiquetas,com isso um BRASIL que acaba de nascer

quarta-feira, 16 de junho de 2010

BRASIL SÉCULO XVIII

pacto colonial

PACTO COLONIAL,também denominado de exclusivo metropolitano, foi um sistema pelo qual os países da Europa que possuiam colônias na América, mantinham o monopólio da importação das matérias-primas mais lucrativos dessas possessões, bem como da exportação de bens de consumo para as respectivas colônias.
MOVIMENTOS NATIVISTAS constituíram-se em revoltas isoladas ocorridas na então colônia portuguesa do Brasil, em finais do século XVIII, em que se amiudaram as situações de conflito entre os "filhos da terra" e os chamados "reinóis", e que compõem um quadro que faz parte do sentimento nacional que eclodiu em vários territórios das Américas e de outras partes., dos quais fizeram parte: a Aclamação de Amador Bueno; a Revolta de Beckman, no Maranhão; a Revolta de Filipe dos Santos, em Vila Rica; a Guerra dos Emboabas, dos Mascates, a Conjuração Mineira, Revolta dos Alfaiates e a Revolução Pernambucana, esta já no século XIX.
MOVIMENTOS ANTI-COLONIAIS começa quando a crise na colonia avança assim a partir de 1870, com o fim da Guerra do Paraguai, antigos problemas e contradições que não haviam sido re­solvidos voltaram à tona com toda a intensidade. Ao mesmo tempo, a incapacidade do Império em resolvê-los tornava se cada dia mais pa­tente.A questão central era naturalmente o escravismo. Em 1870, fazia vinte anos que o tráfico havia sido extinto, mas a escravidão resistia. Desde o início do século XIX, a Grã­Bretanha vinha pressionando o Brasil, e a opinião pública contra a escravidão havia cresci­do no mundo inteiro. Os escravistas brasileiros e o governo, que afinal os representava, ha­viam adotado a tática do silêncio para proteger os seus interesses. O problema da escravidão, em suma, não era discutido publicamente em parte alguma do Brasil. Muito menos no Parlamento. E isso era coerente, pois os próprios senhores de escravos sabiam que sua posição era insustentável. Porém, não moviam uma palha Pará encaminhar a solução. Fizeram de conta que o problema simplesmente inexistia.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

curisidade mariolal

Ingredientes: 4 copos de água, 10 cascas de bananas, 5 bananas sem cascas, 2 copos de farinha de trigo, 3 copos de açúcar, suco de um limão, cravo e canela em pau.
Modo de preparar: Cozinhe as cascas cortadas com 2 copos de água por 10 minutos. Dissolva a farinha de trigo com os 2 copos de água restantes. Corte as bananas, junte as cascas e bata no liqüidificador. Junte a farinha de trigo dissolvida. Leve ao fogo até aparecer bem o fundo da panela. Coloque numa caixa de madeira forrada com papel manteiga e deixe esfriar. Vire para secar do outro lado. Corte em retângulos pequenos e embrulhe em papel impermeável.