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domingo, 9 de janeiro de 2011

Amigos,este blog foi desenvolvido no 8°ano do colegio Pro-uni pela professora Lauren,em suas aulas de historia,tambem pelas professoras de Ciencias naturais e ciencias sociais,com o objetivo de trazer a materia dada como conteudo para algumas pessoas que pesquisam assuntos que estam em nossas postagens.Mas o blog nao diz tchau diz até breve.Manutençao
nossas antigas postagens voces podem acessas abaixo

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Manifestantes protestam contra trabalho escravo

A manifestação encerrou o 1º Encontro Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo. Os manifestantes escreveram nas cruzes os nomes de fazendeiros e empresários, que, segundo eles, utilizam-se do trabalho escravo em suas propriedades.

O encontro reuniu especialistas para discutir as alternativas de combate ao trabalho escravo no Brasil. O evento foi promovido pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, pela Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae) e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Segundo João Pedro Stedile, representante da Via Campesina, é preciso divulgar para o mundo que a produção dos canaviais brasileiros é fruto do uso de trabalho escravo. O açúcar que os estrangeiros compram tem gosto de suor, de lágrimas e de sangue.

O coordenador nacional do MST, José Batista de Oliveira, disse que os manifestantes foram hoje ao Congresso Nacional para identificar os parlamentares que são omissos em relação ao trabalho escravo. Passamos de gabinete em gabinete com um cartaz que dizia: 'Quem não é a favor de acabar com o trabalho escravo se identifique'.

Ontem (26), o senador José Nery (PSOL-PA) entregou ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, um abaixo-assinado com 284 mil assinaturas pedindo a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 438, que prevê a expropriação da terra onde for encontrado o uso de trabalho escravo e a destinação da propriedade para a reforma agrária.

www.g1.com.br

Proposta contra trabalho escravo enfrenta resistência na Câmara.

A relatora da Organização das Nações Unidas está conversando com várias autoridades do governo e não governamentais, além de acadêmicos e outros profissionais que trabalham com o tema no país. O relatório sobre esta viagem será apresentado em setembro deste ano ao Conselho de Direitos Humanos em Genebra, na Suíça. A advogada Gulnara Shahinian é armênia e exerce a função na ONU desde sua criação, em maio de 2008.
Sua missão ao Brasil, que teve início no último dia 17, prossegue até o dia 28. A agenda também inclui reuniões com representantes de entidades da sociedade civil, pesquisadores e lideranças comunitárias, além de visita a áreas onde foram registradas ocorrências de trabalho escravo. A relatora já esteve em São Paulo, Cuiabá (MT) e Açailândia (MA).

O vice-presidente da comissão, deputado Domingos Dutra (PT-MA), sugeriu que Gulnara envie seu relatório sobre o Brasil para autoridades municipais brasileiras onde existe registro de trabalho escravo e para o Conselho Nacional de Justiça. Ele assinalou que normalmente apenas o governo federal é notificado.

Para Dutra, a visita da relatora pode reforçar a luta no Brasil pelo fim da escravidão contemporânea.

- Até agora não conseguimos acumular força suficiente para aprovar a PEC do trabalho escravo. Esperamos que sua passagem pelo País impulsione esta bandeira e logo tenhamos a PEC aprovada, o que significará um grande avanço na luta pelo fim dessa mazela entre nós.

Nesta semana está sendo realizado em Brasília um Encontro Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo. O representante da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Luiz Antônio Machado, afirma que o Brasil avançou muito no combate ao trabalho escravo, mas que existe uma concentração do problema em alguns locais.

http://www.folhaonline.com.br/

comentário texto I:
Primeiramente acho que esse processo de "acabar com o trabalho escravo" é díficil,será muito dificil o Brasil conseguiu "desgrudar das raizes"
Pergunto eu que raizes?
As raizes escravas?
ISO TEM QUE ACABAR.


sábado, 2 de outubro de 2010

quadro brasileiro no periodo regencial

Período regencial é como ficou conhecido o decênio de 1831 a 1840 na História do Brasil, compreendido entre a abdicação de D. Pedro I e o chamado "Golpe da Maioridade", quando seu filho D. Pedro II teve a maioridade proclamada.[1]

Nascido a 2 de dezembro de 1825, Pedro II contava, quando da renúncia paterna, 5 anos e 4 meses, não podendo portanto assumir o governo que, por força da lei, seria dirigido por uma regência integrada por três representantes. Durante esta década sucederam-se quatro regências: A Provisória Trina, a Permanente Trina, a Una do Padre Feijó e a Una de Araújo Lima.

Foi um dos mais importantes e agitados períodos da História brasileira; nele se firmou a unidade territorial do país, a estruturação das Forças Armadas, debateu-se a centralização do poder e, ainda, o grau de autonomia das Províncias.

Ocorre nesta fase uma série de rebeliões localizadas, como a Cabanagem, no Pará, a Balaiada no Maranhão, a Sabinada na Bahia e a Guerra dos Farrapos, no Rio Grande do Sul, a maior e mais longa - que mostravam descontentamento com o poder central e as tensões sociais latentes da nação recém-independente - o que provocou o esforço conjunto de opositores por manter a ordem; sobre o período registrou Joaquim Nabuco que "No Brasil, porém, a Regência foi a república de fato, a república provisória..."


fonte:www.culturabrasil.pro.br/regencias.

domingo, 26 de setembro de 2010

A revolta dos Malês

Introduçao
A Revolta dos Malês foi um movimento que ocorreu na cidade de Salvador (província da Bahia) entre os dias 25 e 27 de janeiro de 1835. Os principais personagens desta revolta foram os negros islâmicos que exerciam atividades livres, conhecidos como negros de ganho (alfaiates, pequenos comerciantes, artesãos e carpinteiros). Apesar de livres, sofriam muita discriminação por serem negros e seguidores do islamismo. Em função destas condições, encontravam muitas dificuldades para ascender socialmente.
Os revoltosos, cerca de 1500, estavam muito insatisfeitos com a escravidão africana, a imposição do catolicismo e com a preconceito contra os negros. Portanto, tinham como objetivo principal à libertação dos escravos. Queriam também acabar com o catolicismo (religião imposta aos africanos desde o momento em que chegavam ao Brasil), o confisco dos bens dos brancos e mulatos e a implantação de uma república islâmica.

Desenvolvimento da revolta

De acordo com o plano, os revoltosos sairiam do bairro de Vitória (Salvador) e se reuniriam com outros malês vindos de outras regiões da cidade. Invadiriam os engenhos de açúcar e libertariam os escravos. Arrecadaram dinheiro e compraram armas para os combates. O plano do movimento foi todo escrito em árabe.

Fim da revolta

Uma mulher contou o plano da revolta para um Juiz de Paz de Salvador. Os soldados das forças oficiais conseguiram reprimir a revolta. Bem preparados e armados, os soldados cercaram os revoltosos na região da Água dos Meninos. Violentos combates aconteceram. No conflito morreram sete soldados e setenta revoltosos. Cerca de 200 integrantes da revolta foram presos pelas forças oficiais. Todos foram julgados pelos tribunais. Os líderes foram condenados a pena de morte. Os outros revoltosos foram condenados a trabalhos forçados, açoites e degredo (enviados para a África).

O governo local, para evitar outras revoltas do tipo, decretou leis proibindo a circulação de muçulmanos no período da noite bem como a prática de suas cerimônias religiosas.

Curiosidade:

- O termo “malê” é de origem africana (ioruba) e significa “o muçulmano”.

fonte:www.suapesquisa.com

domingo, 12 de setembro de 2010

Analise o caráter PROGRESSISTA da Regência Trina

O objetivo principal da Fase Progressista era a DESCENTRALIZAÇÃO do Brasil, deixando três regentes brasileiros no comando, ao invés de um.
Cada província tinha parte da Guarda Nacional para combater as revoltas locais, tinham também sua própria justiça e assembleia legislativa, satisfazendo os poderes.
Com a Rengencia Trina, foi criado o Ato Adicional, que emendava a contituição de 1824, ofereciam autonomia das províncias (liberdade para pedir empréstimos e gerenciar seus lucros), cria o DF e a regência UNA.
Essa descentralização fortalesse os regentes e os fazendeiros que os apoiam.



texto de: Aline Leite e
Renata Justen

sábado, 4 de setembro de 2010

Periodo Regencial

A primeira fase regencial brasileira foi TRINA,isto é comandada por trs regentes,so que esta tipo de regencia tinha um carater descentralizador.Primeiramente cada provinci(atual estado) tinha uma parte da guarda nacional,sua própria justiçae propria Assenbleia Lesgislativa,satisfazendo os poderes.
Esses foram alguns fatores que mostravam a descentralisaçao do brasil.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A Cabanagem

A Cabanagem ocorreu no atual estado do Pará, a maioria dos rebeldes eram pessoas pobres que moravam em cabanas, que se revoltaram contra o governo, por causa do abandono deste.Os comerciantes e fazendeiros da região também estavam descontentes, pois o governo regencial havia nomeado para a província um presidente que não agradava a elite local.A revolta teve por objetivo a independencia da provincia e melhores contições de vida para os cabanos.Apos cinco anos de sangrentos combates , o governo regencial conseguiu reprimir a revolta.

O que foi o Periodo Regencial?

O Periodo Regencial aconteceu entre 1831 e 1840, periodo este que foi um intervalo do mandato da Familia Imperial Brasileira, pois quando o Imperador D. Pedro I abdicou de seu trono, o herdeiro D. Pedro II que não tinha idade suficiente para assumir o cargo,pois tinha apenas 5 anos.A Constituição de 1824 designava para esta função o membro da família real com mais de 25 anos de idade. Já que não existia ninguém nessas condições, os deputados e senadores elegeram uma regência composta por três membros : José da Costa Carvalho, João Bráulio Muniz e Francisco de Lima e Silva.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

As capitais do Brasil

Salvador, atual capital da Bahia ja foi um dia capital do Brasil. Em 1501, um ano após o descobrimento do Brasil, Amérigo Vespucci chegou na Baía de Todos os Santos. O dia coincidiu com o feriado de Todos os Santos (1º de Novembro), fato que originou o nome da baía. Em 1549 a coroa portuguesa declarou Salvador a capital do Brasil .

Este texto foi retirado do livro "Salvador da Bahia 100 colofortos" www.colofoetos.com.br/salvador

Um ano a pois o descobrimento do Brasil, com a chegada de Amérigo Vespucci na Baía de todos os Santos,escolhendo assim Salvador como capital brasileira,logo depois o Rio de Janneiro .

Aline Leite Cavaliere